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sexta-feira, 10 de setembro de 2010

Inclusão Sociodigital


Hoje, na Internet há milhões de pessoas conectadas trocando informações, produzindo conhecimento, interagindo. O Programa Cidadania Digital é a sua porta para essa realidade. Agora, você poderá pesquisar sobre os assuntos de seu interesse no maior banco de informações do mundo, poderá aprender a utilizar o computador e softwares específicos. O livre acesso à informação é um direito de todo cidadão. Os esforços do Governo, através da SECTI, em parceria com Organizações não governamentais (ONGs), empresas e profissionais tornam o Cidadania Digital possível.

Você sabe o que é incluir digitalmente?

* Possibilitar a apropriação da tecnologia e o desenvolvimento das pessoas nos mais diferentes aspectos;
* Estimular a geração de emprego e renda;
* Promover a melhoria da qualidade de vida das famílias;
* Proporcionar maior liberdade social;
* Incentivar a construção e manutenção de uma sociedade ativa, culta e empreendedora.


Cidadania Digital

O Programa de Inclusão Sociodigital do Estado da Bahia visa garantir à população baiana o acesso às tecnologias da informação e da comunicação, através dos recursos tecnológicos das redes de computadores. É um projeto da Secretaria de Ciência, Tecnologia e Inovação da Bahia que objetiva, através do amplo e generalizado uso e apropriação das tecnologias, possibilitar o desenvolvimento humano e social nas mais distintas áreas.

Secretaria de Ciência, Tecnologia e Inovação do Estado da Bahia






 
A Secretaria de Ciência, Tecnologia e Inovação do Estado da Bahia (Secti) tem como principal desafio contribuir para a impressão de um novo ritmo de desenvolvimento sustentável para o estado. Esta administração é marcada não só pela firme articulação com a comunidade científica, mas também pela participação da sociedade civil organizada para que o debate sobre a CT&I chegue ao interior e vá além das fronteiras do meio acadêmico e empresarial.
Esta atuação está presente junto às tecnologias de ponta, portadoras de futuro, e às tecnologias sociais, que proporcionam inclusão, a exemplo do Cidadania Digital (Programa de Inclusão Sociodigital do Estado da Bahia).  Os novos rumos da CT&I estão sendo guiados com foco na melhoria da qualidade de vida dos baianos.
O trabalho da Secti tem caráter transversal, contando com parcerias com outras entidades dos governos estadual, federal e municipal, empresariado, universidades, centros de pesquisas e a sociedade civil organizada. A articulação de atores com importantes papéis para o desenvolvimento científico e tecnológico, bem como a ação direta de fomentar iniciativas inovadoras ou popularizar as ciência estão entre as linhas de atuação da Secretaria.
Na aula de encerramento, o secretário estadual de Ciência, Tecnologia e Inovação, Feliciano Tavares Monteiro, foi ver de perto os alunos e mostrou a eles a importância de quem está à frente de cada uma das unidades. “São vocês que fazem este programa chegar às pessoas e o sucesso da política de inclusão digital está diretamente ligado às suas atividades. Por isso é importante que vocês estejam comprometidos”, ressaltou o secretário.
A capacitação é um dos pontos fortes do programa Cidadania Digital. Apenas em 2010, já são 110 gestores e 191 monitores formados. Eles fazem parte da política de administração compartilhada pelas comunidades, concretizada pelos Núcleos de Gestão Colaborativas (Nugecs). Hoje, cada município da Bahia tem pelo menos um Centro Digital de Cidadania. A rede tem mais de mil unidades.

Encontrão dos CDCs dia 01 e 02 de Dezembro de 2009 no SESC Piatã Salvador - BA












Gestores e Monitores discutem experiências de toda a Bahia para a inclusão digital. Em meio a um grupo quase totalmente formado por jovens, uma senhora chama a atenção. Com a camisa do II Encontro da Rede de Centros Digitais de Cidadania - CDC por cima do hábito branco, Irmã Terezinha de Sá Barreto veio ao Sesc-Piatã para trazer as experiências dela com a inclusão sociodigital em Quijingue, município com o segundo mais baixo Índice de Desenvolvimento Humano da Bahia. "Nós somos um Centro sem fronteiras, recebemos espíritas, católicos, praticantes do candomblé sem nenhuma diferença.
São mais de 800 participantes do chamado "encontrão", vindos de todas as partes da Bahia para mostrar a pluralidade do programa de Cidadania Digital. Eles socializam conhecimentos e vivências que apenas quem está no contato diário com os mais de 600 mil usuários das quase mil unidades espalhadas por todo o estado pode ter. O reforço a ações como a inserção no mundo do trabalho e a atuação ativa dos CDC nas comunidades estão entre os principais objetivos.
A mesa de abertura foi composta pelo secretário Eduardo Ramos, representando o governador Jaques Wagner; o chefe de gabinete da Seplan, Edson Valadares; o representante dos gestores de CDCs, Coragio Dantas; o diretor da Fapesb, Roberto Lopes; o presidente regional do Partido Democrático Trabalhista (PDT), Alexandre Brust; o auditor Maurício Macedo, representando o Ministério do Trabalho e Emprego (MTE); o gerente regional da Caixa Econômica Federal (CEF), Juscelino Siqueira; e o superintendente de planejamento e informática da Fieb, Makoto Koshima.
A programação do evento conta com cursos diversos, como manutenção de computadores, alimentação saudável e artesanato. Além disso, as comunidades trouxeram apresentações com música, dança e teatro. Na abertura, o secretário de Ciência, Tecnologia e Inovação, Eduardo Ramos, destacou o papel do programa ao fazer a ponte entre aqueles que estão no isolamento social. "É fundamental que gestores e monitores percebam a força dos Centros Digitais, que são espaços queridos, usados e demandados pelas comunidades. Ele contribui para que as pessoas tenham liberdade, que é o bem maior da humanidade e vem da educação", destacou.
O encontrão também tem como foco contribuir para que gestores e monitores tenham novos instrumentos para divulgar o trabalho que realizam. Para isso, cada um volta pra casa com um kit com cartazes, panfletos e chamadas de rádio que serão distribuídos para que novos usuários se agreguem a rede, que faz do Cidadania Digital a maior iniciativa pública estadual no combate à exclusão digital.
Outro ponto fundamental é permitir que novos talentos surjam para o setor de Tecnologia da Informação. Com uma média de salários iniciais acima de outros setores, entre R$ 2 mil e R$ 3 mil, as empresas de TI empregam um milhão de pessoas no país e devem abrir 400 mil novas vagas diretas e 800 mil em áreas correlatas nos próximos três anos.
Os cursos de informática básica ministrados nos CDC são porta de entrada e o primeiro contato que muitos dos usuários têm com o computador. 
Nesse encontrão o nosso CDC de Governador Mangabeira(Paroquia), o papel de parede desenvolvido pela Gestora Rosália Barbosa ganhou em terceiro lugar na Semana Nacional de Ciências e Tecnologia 2009.

Feliciano Tavares Monteiro assume a SECTI prometendo fortalecer a ciência e a inovaçã

 

Solenidade de posse lotou o mezanino do Edifício Suarez Trade e contou com a presença de autoridades baianas. Em uma concorrida solenidade, que lotou o mezanino do Edifício Suarez Trade, no Caminho das Árvores, em Salvador, o engenheiro eletricista Feliciano Tavares Monteiro tomou posse na tarde de hoje (05) no cargo de Secretário Estadual de Ciência, Tecnologia e Inovação da Bahia, em substituição a Eduardo Ramos, prometendo fortalecer a ciência “de forma que ela chegue ao cidadão” e garantindo continuidade e celeridade para os projetos da pasta.

Informações de Sandro Lobo